Carvalho no Lameiro da Gracia (o depois 2)


E pronto. Foi assim. Já se vê o palheiro!
Quero assinalar o facto de neste tempo todo de dureza operacional, ter sido a primeira vez que consegui fazer uma bolha num pé. O que já não acontecia desde a tropa. Trabalhar horas seguidas nestes planos inclinados é do pior.
Os montes na foto, já fui eu que fiz no Domingo e são para composto. O Cláudio faz uns que parecem umas camas — deve ser para roncar um bocado quando eu não estou…
Descobri que além das cobras, também os ratos do campo gostam de dormir dentro das pilhas. Revirá-las não é aconselhado a delicadas senhoras.

5 Responses to “Carvalho no Lameiro da Gracia (o depois 2)”

  1. Gabriela

    JRF,

    na minha zona quando vejo montes para composto eles são como camas. Deve haver um “saber do fazer” para que tal aconteça.

    Delicadas senhoras… pfff…

  2. Gabriela

    Reparaste que eu já consigo pôr acentos?… :-) Estou a colonizar os computadores pouco a pouco.

  3. jrf

    Ui, ui, não neste caso…
    De qualquer modo, nos livros diz que o monte deve ter 1x1x1m. esse volume é reduzido para metade ou menos, conforme vai ficando pronto, pelo que tenho observado.

    Os acentos são a base de um blog civilizado. Isso e os nomes das plantas :) .

  4. Gabriela

    ProntoS… Tu saberás melhor que eu. Confesso a minha ignorância sobre estes assuntos, que deverá deixar envergonhados os meus antepassados de agricultores e pastores. Desculpem qualquer coisinha…

  5. jrf

    :)
    Referia-me à sabedoria do Cláudio… assuntos da terra, não é com ele.
    Dou-lhe cabo daquela cabeça numa base regular, para ver se entra alguma coisa.

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