Uma indecência

Topless Trees Are Indecent
A primeira frase, resume bastante bem aquilo que eu penso sobre este assunto nos dias de hoje. As nossas cidades e vilas estão atulhadas de carros e de cimento. Não têm capacidade para comportar em caldeiras de 40cm e encostadas a prédios, árvores que ocupam 50 metros quadrados com a sua copa.

Pruning Techniques. Nova Iorque: Brooklyn Botanic Garden, 1991

4 Responses to “Uma indecência”

  1. Claudia Jorge

    Olá!
    Desse mal não me posso queixar ainda. A nossa vila tem agumas árvores, são bem podadas e ainda não incomodam, temos algum espaço… vê-se bem pela paisagem.
    Também concordo bastante consigo, mas… avida moderna, especialmente em lugares cada vez mais “desenvolvidos” tem os seus preços. Eu não publicito muito o meu pequeno paraíso aqui nos Açores, não quero o meu paraíso demasiado ocupado. Não é egoísmo de partilha, mais uma salvaguarda…
    Gostaria de saber se posso divulgar o seu website no meu blog. Adoro os seus temas e sou cada vez mais assídua nas minhas visitas….!
    Continuação de bons dias?!
    Cláudia

  2. José Rui Fernandes

    Cara Claudia, pode divulgar e agradeço muito. Também fui ver o seu blogue…

    Estive a ler as suas dificuldades com o Flickr. O problema é não existir português continental. CEP deve ser (tentativamente) código de endereçamento postal, ou coisa que o valha.

    São tanto os atentados às árvores aqui que tenho dúvidas sobre este tipo de desenvolvimento. Os bons dias têm sido a tirar ervas daninhas, são plantas que nunca estão em crise.

  3. PPatrício

    E é também um velho truque! Há meia dúzia de anos, uma câmara municipal decidiu arrancar todas as árvores de uma rua, os moradores manifestaram-se (abaixo-assinado, cartas ao Sr. Presidente, etc.). A decisão foi alterada, as árvores ficam. Depois disso, devagarinho, mas mesmo muito devagarinho, foram podando e podando, até que as ditas foram tidas como “inviáveis” por técnicos convidados a avaliar a gravidade do caso. Vai daí, comunicou a câmara, coitadinhas, o melhor é arrancar. Os moradores concordaram sem pestanejar.

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