Muito a fazer

Solanum jasminoides
Em várias semanas em que nem 15 minutos de jardinagem, nem nada, tudo ficou com um aspecto um bocado abandonado. Principalmente a horta, que está uma vergonha. E é inevitável a seguinte reflexão: Se uns 100m2 ficam assim e a capacidade para tratar deles é esta, numa propriedade como o Sargaçal com 50.000m2, onde possa jardinar (incluindo horta e pomar) uns 4.000m2, como será? Tudo indica, que numa época em que não há criados, o panorama não seja brilhante. Vou pensar no assunto.
A lista só do que tenho de fazer por aqui, está depois do salto.

Arrancar as ervas daninhas e preparar os canteiros todos para sementeiras.
Tratar dos vasos.
Transplantar alguns vasos.
Envasar o Acer saccharum que nasceu no meio do quintal.
Cortar um Liquidambar que está a ficar enorme no meio do quintal (era para o Sargaçal, mas teve o azar de crescer demasiado).
Podar arbustos.
Podar trepadeiras (incluindo a da fotografia).
Gostava de preparar alguns vasos com bolbos.
Vedar o canteiro do jardim onde o cão não pára de fazer covas.
Apanhar folhas.
(…)
Vou tirar um dia este fim-de-semana para começar a tratar disto. E para a semana tiro outro dia. Mas algo me diz que não vai chegar. Mas por algum lado é necessário começar e já vou tarde.

Numa outra nota, é interessante a Solanum jasminoides ter agora flores brancas. Habitualmente são lilás claro. O botão continua dessa cor, mas quando abre é branco.

3 Responses to “Muito a fazer”

  1. Rosa

    Horta e pomar exigem sempre muito trabalho e tempo, calculo que estas exigências sejam proporcionais ao tamanho da área cultivada, salvo nos casos em que esse trabalho é mecanizado. Já no que respeita a “jardins” estou convencida que nem sempre uma grande área dá mais trabalho que um jardim pequeno ( pode ser que me engane).

    Algumas flores de Solaneceaes “nascem” com uma cor e evoluem (subtilmente) para outra, é o caso da S. Jasminoides, quem fica a ganhar somos nós porque o efeito é este que se está a ver. Esta é uma das minhas trepadeiras preferidas.

  2. José Rui Fernandes

    Eu tenho defendido aqui principalmente a continuidade. Quando isso falha, lá vem a inércia.
    É verdade, a área não é proporcional ao trabalho. Eu no Sargaçal se imaginar basicamente uma pradaria com árvores estrategicamente colocadas que não atrapalhem o corte da erva, como área principal, se tiver máquinas, rapidamente se trata.
    Por outro lado, evito completamente plantas melindrosas. Não me fico exclusivamente pelas autóctones, mas não quero plantas que necessitem grandes cuidados.
    Depois ainda há as fruteiras que ainda são bastantes, as limpezas anti-incêndio, etc, etc… E queremos sempre canteiros mais trabalhosos (acho eu)… E uma Wisteria sinensis, no mínimo (só isso é um trabalhão)… Não é fácil…

    Esta bela trepadeira só tem um defeito: Cresce como nunca vi nada igual. Este ano deve ter crescido dez metros para todos os lados. É impossível. Invade o quintal do vizinho, sobe pela oliveira… Agora cortei-a um bocado radicalmente, mas em breve volta ao mesmo.

  3. Rosa

    As Solanaceaes não são para brincadeiras! São as tais que matam ou curam, dependendo das doses. Depois também há as batatas e os tomates, mas isso é outra conversa.

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